Depois de alguns dias que não posto nada por aqui, retornei!! \o/
Não, eu não tinha abandonado meu blog, só estava ausente por falta de tempo mesmo!(Como se eu fosse tão ocupado assim! rsrs)
Então, sem mais delongas, mãos a obra!
Um dia desses estava voltando de uma excursão, num ônibus fretado logicamente, e estávamos tendo uma viagem de retorno tranquila. Nada de extraordinário tinha acontecido ao longo do percurso e acreditava que não iria acontecer nada até então.
Estava olhando para a estrada, pois sempre fico na janela, e foi quando aconteceu o inesperado: Um Monza surge do nada na esquerda do ônibus, buzinando e cruza a frente dele. O motorista, não sei se por experiência ou reflexo, direcionou o ônibus para a pista da direita e bruscamente em seguida alinhou o mesmo com a tal pista. Nesse momento escutei a senhora que estava sentada atrás da minha poltrona soltar um grito abafado, como se estivesse acontecendo algum acidente, e confesso que achei isso muito engraçado. (kkk)
Depois disso o motorista encostou, chamou a organizadora da excursão para ter uma conversa, e depois do retorno dela para a poltrona disse que o "coitado estava branco do susto".
Deixando de lado estes pequenos detalhes devo me perguntar o seguinte: O idiota que estava dirigindo o Monza não pensou que do jeito que ele fechou o ônibus poderia ter causado um acidente de proporções desastrosas? E logo devo refletir na resposta: Não! Por quê não? Utilizarei do princípio da isonomia para explicar:
1ª Premissa: O cidadão provavelmente estava bêbado;
2ª Premissa: Pessoas bêbadas têm a sua percepção alterada ou até mesmo esgota, principalmente dirigindo;
Conclusão: Toda pessoa bêbada dirigindo é suscetível a causar acidentes.
Utilizando-se do linguajar corriqueiro: O idiota estava tão mamado que nem percebeu que poderia matar todo mundo com o acidente que ele poderia causar porque estava dirigindo.
Acredito que uma pessoa que dirige bêbada não tem consideração nenhuma pela segurança própria e alheia deixando-se levar pela sorte (ou azar!). E o mais incrível é que depois que faz o que não deve, quando vê as consequências, fica lamentando-se da asneira, isso quando não ganha o prêmio de virar um singelo e cada vez maior número estatístico.
Sem mais por enquanto, e revoltado com o ocorrido, me despeço.
Bye!
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